Blog do Luís Holy – Apaixonado por Marketing, Mídias Sociais, Design Gráfico e Empreendedorismo

As dúvidas de carreira de um jovem de 21 anos

Publicado por: Luís Holy em: novembro 18, 2010

Já faz um pouco mais de 4 meses que não atualizo o blog. Muitas pessoas (podem acreditar rs) sempre perguntam porque não ando atualizando e quando vou escrever alguma coisa. Finalmente estou aqui enviando um artigo.

Cheguei a digitar rascunhos de diversos assuntos, mas nenhum me deu realmente vontade de terminar e publicar. Me ocupei com várias coisas, como trabalho, faculdade, no tempo livre academia, sair com amigos, assistir seriados, etc. Não que seja desculpa para me dedicar um pouquinho e terminar algum texto, mas simplesmente estava “meio” sem vontade.

Bom, aqui estou, e dessa vez será um post um pouco mais pessoal, mas não deixando de abordar o meio profissional e a vida de um jovem de 21 anos neste meio.

Já fazem 5 meses que estou trabalhando nessa empresa. Não tenho o que reclamar, mas como um típico jovem da Geração Y, difícil ficar satisfeito. Tenho aprendido bastante coisas aqui, amadurecido não só profissionalmente como também pessoalmente, mas sinto que já é hora de alguma mudança acontecer.

Sei que 5 meses é pouco, mas é porque não estou vendo perspectivas, esse é o problema. É difícil para um jovem da minha idade, ficar 5 meses com a vida estática, sem nenhuma mudança. Sinto que já estou pronto para dar algum passo adiante. Mas ao mesmo tempo não sei que passo dar.

Tentei começar um negócio próprio na internet, mas acabou sendo mais complicado do que parecia depois que tinha começado. Não vou largá-lo, só estou esperando as férias da faculdade para me dedicar bem a ele. Não chegou a ser a idéia brilhante que ainda estou esperando acontecer, mas pode gerar bons frutos.

Mandei meu currículo para grandes empresas. Não esperando muita coisa. Foi mais como: “não custa nada, vai que me chamam”. Claro que não mandei para qualquer uma, e também me candidatei a vagas ligadas a minha área, mas não estou muito confiante, devem receber centenas ou milhares.

Eu tenho pensado bastante, até pela vivência na empresa, em entrar para a área de vendas, como vendedor mesmo, e quem sabe em um futuro ser um gestor de vendas. É uma área que não gostava antigamente, mas que cada vez mais vejo que é bem interessante.

Aquelas típicas dúvidas de quando se chega aos 20 e poucos. Vejo até pelo meu irmão, que se formou em química, depois entrou para a área militar, e acabou se formando em direito. E deu tudo certo no final.

Não que minha faculdade de marketing tenha sido errada, pelo contrário, eu amo marketing e vai me ajudar para qualquer coisa que eu fizer na vida, mas ainda tenho minhas dúvidas pra qual lado seguir, já que é tão abrangente.

Enfim, é mais uma daquelas postagens que eu falo, falo, e no final continuo com minhas dúvidas (rsrs).

Quando tiver novidades, volto para contar. Ou se tiver alguma outra boa idéia para um artigo.

Que tal vocês comentarem falando de suas experiências e mudanças? Não importa a idade, vamos trocar dicas e experiências.

Não sei se isso acontece em todos os estados, ou mesmo em outro países, mas pelo menos aqui no Rio de Janeiro é muito comum as boates mais “chiques” abusarem de  seus clientes. Principalmente nas boates da Zona Sul (onde ficam os bairros mais ricos) e da Barra da Tijuca. Quase todas boates dessas áreas que fui acontecaram diversas situações desagradáveis.

Vou tentar escrever na forma de narrativa para representar melhor o quanto é chata a situação.

Você e seus amigos estão com muita vontade de sair, mas não sabem para onde ir, então resolvem sair, e passar na frente de algumas boates para ver qual está melhor. Por exemplo ali na Barra da Tijuca que tem pelo menos umas 10 boates que são bem próximas uma das outras.

Vai na porta de uma boate e sempre vê duas filas. Uma minúscula ou com quase ninguém, que logo quem chega na fila já entra; e outra imensa e que quase ninguém está entrando. Uma fila são dos “VIPs”, mais conhecidos como “eu conheço alguém”, ou “conheço alguém que conhece alguém”, e conseguem convites para entrar de graça ou com um belo desconto. Na outra fila estão os “pobres mortais” que vão criar raízes esperando para entrar, ou se é que vão conseguir entrar.

Ainda nessa fila dos mortais, existêm dois tipos de pessoas. Os que tem desconto, por ser aniversário deles ou de algum amigo, ou então por terem algum flyer de desconto. E o outro grupo são daqueles que vão tomar a facada do preço integral.

Os preços ficam mais ou menos nessa porcentagem (um exemplo): se boate é 100 no preço normal, com flyer é 50,  amigos de aniversariante 40, e vip 0.

Se você não for rico não pode escolher ir numa boate dessas na hora que passar na frente. É praticamente obrigado a ter pego um flyer antes, porque eu pelo menos me sinto um idiota em pagar o dobro do preço por não estar segurando uma folhinha.

Também tem outro detalhe sobre a fila. Quase todas as boates tem um preço mais caro depois da meia noite. Falam que a boate abre às 22h, mas na realidade só abre às 23h. Além disso os vips vão entrando sem probleman nenhum, mas quem está na fila comum vão liberados de tantos em tantos minutos. A boate totalmente vazia, e eles ficam segurando as pessoas do lado de fora para que passe da meia noite e paguem o preço mais caro para entrar. Quando dá meia noite, acontece uma mágica e a fila começa a andar numa velocidade 5 vezes mais rápida.

Detalhe que toda essa malandragem das boates acontece antes mesmo de você entrar. O que vai esperar de um lugar assim?

Quando você entra, vê que a boate é um cubículo, minúscula. Acham que minimalismo é sinônimo de ser chique. Também, é claro, o aluguel e manutenção ficam mais barato, então somando com os outros abusos, o lucro fica ainda maior.

Pede uma latinha de cerveja, que no mercado custa uns R$ 0,90 (e comprando em atacado, já que precisam de muitas, deve sair bem mais barato), mas não, nessas boates custa de 6 à 10 reais (talvez mais). Isso nas que tem latinhas, porque na maioria só longneck, e ainda mais cara, de 10 à 16 reais.

Colocar sua margem de lucro é totalmente aceitável, mas colocar uma unidade pelo preço de 10 é um abuso. E ainda por cima em algumas delas você nem pode ver o preço, os cardápios só tem os nomes, e às vezes nem o garçom sabe de cabeça quanto custa. Isso sim é totalmente contra a lei.

Se já não bastasse você ter que levar um flyer, chegar bem cedo, esperar um tempão na fila, entrar depois de meia noite e pagar mais caro do que já é, as boates serem minúsculas, comprar bebidas sem saber o preço e pagando preços absurdos, você ainda tem que aturar um monte de gente boba e fresca.

Quando eu falo para meus amigos que curto muito mais quando vou nas boates da Zona Norte e Zona Oeste, falam “Como tu prefere? Não tem nem como comparar a qualidade, o público, bla bla bla”.

Agora olhem a diferença (falarei das boates da Zona Norte):

Vou para um lugar que posso chegar a hora que quiser, que não vai ter fila ou no máximo uma fila que mal demora 5 minutos. Antes ou depois da meia noite é quase sempre o mesmo preço, e quando não é, geralmente é só 5 reais mais caro, ou no máximo 10, mas é raro. Não preciso de flyer, pelo contrário, a primeira coisa que me dão quando entro nas boates é uma cortesia para a festa da outra semana, ou seja, eles me dão um bônus, e não uma facada.

As boates geralmente são imensas, tipo casas de show mesmo, tão grandes que espalham mesas pela boate toda. Você fica mais à vontade, bem mais espaço, e também ficam bem mais cheias. Quer  ir ao camarote? Entrar de pulseira? Geralmente é só 10 reais pela pulseira. Quer fechar uma camarote especial só pra você e seus amigos? Junta uns 5-10 amigos, cada um da uns 10-20-30 reais (depende da boate) e ainda ganham bebida.

Quer beber um cerveja? Algumas boates vendem um balde com 10 por 10 reais (isso mesmo), mas a maioria vende por 30, mesmo assim nem se compara, é como se fosse 3 reais por latinha, ao contrário de 6-10 reais nas boates que citei anteriormente. Você da o dinheiro na mão do garçom na hora, e ele leva o balde na sua mesa. Ao contrário dos sustos que você leva, pagando bebida com cartãozinho, no final da festa,  sem saber o quanto está gastando, nas outras boates.

Lá não tem nenhuma frescura. Toca um pouco de tudo. Vão as atrações mais diversas. O público também é bem mais receptivo. Você faz amizade tranquilamente, muita gente simpática, ninguém se fecha em “grupinhos”. Todo mundo também fica muito mais à vontade, se soltam bem, agem realmente da forma que são, ninguém fica querendo passar boa imagem pra ninguém.

Hoje em dia a estrutura de algumas boates da Zona Norte não devem nada à algumas da Zona Sul. Claro que não é o mesmo luxo, mas a cada dia estão melhores.

Parem de frescura :P .

Então, esse é um assunto que sempre entra nas rodas de conversa com meus amigos e conhecidos, mas muita gente nem pensa por esse lado, e acha que está tudo bem em ser tratado assim.

E o quê vocês acham disso?

Voltei a trabalhar

Publicado por: Luís Holy em: junho 30, 2010

Esse é o motivo de estar postando menos, falta de tempo. E quando estou no tempo livre, prefiro relaxar, mas tentarei continuar enviando postagens sempre que me animar para escrever. Tem muita coisa interessante que deixei no rascunho do Blog e ainda não terminei de escrever.

Estou trabalhando em uma empresa do ramo de informática, mais precisamente de insumos de informática, mas também de periféricos, e futuramente outros produtos da área. Prefiro não citar o nome nem entrar muito em detalhes para preservar a imagem da empresa e a minha também.

Posso falar que trabalho com Marketing, Design Gráfico e Webdesign. O meu trabalho inicial é fazer com que a empresa exista e seja encontrada na internet. Através do site, de sistemas de buscas, redes sociais, etc. O site está quase pronto (contrataram uma empresa para fazer), coloquei a empresa no orkut, twitter, facebook, youtube, formspring, blog, e vou aos poucos alimentando cada um deles com conteúdo. Também estou desenvolvendo  material para auxiliar nas vendas, como e-mail marketing, folders, catálogos e outras coisas mais.

Basicamente vou administrar todo o conteúdo online da empresa, tudo que for preciso fazer de material gráfico, e desenvolver ações de marketing online e offline.

Estou  animado e gostando bastante. Lá é um ótimo ambiente para trabalhar.

Além disso tudo comecei a estudar muito (por conta própria, na internet) 3D (no Maya) e edição de vídeo (no Sony Vegas), quero melhorar meu conhecimento nessas duas áreas.

Então é isso pessoal.

Me desejem boa sorte :) .

Internet e celular mudaram a forma de nos relacionarmos

Publicado por: Luís Holy em: maio 27, 2010

Esta postagem vai soar aquela famosa “crise dos 20 e poucos anos“, de certa forma acredito que seja hahaha, mas vamos lá. Ultimamente tenho conversado muito sobre “nostalgia”. Eu e boa parte dos meus amigos e conhecidos que nasceram por volta de 1980 – 1990 (até uns 91-92 também) sentem muita saudade de várias coisas de antigamente. Não sei bem se é o “fato normal” disso acontecer com o tempo, ou se realmente as coisas mudaram muito mais dos anos 2000 pra cá do que na passagem das outras gerações.

Segue abaixo a descrição da comunidade do Orkut:  “Nostalgia“.

uns 10 anos atrás não existia orkut. o ‘te amo’ não era banalizado. as crianças iam à parques e não tinham problemas de visão nem obesidade dados pelos videogames e computadores. mc donalds custava 4 reais. kinder ovo, 1 real. os namoros duravam mais, ou pelo menos duravam alguma coisa; e traição era um escândalo. a piada da galinha atravessando a rua era engraçada. para ser presidente eram necessários 10 dedos e um mínimo de alfabetização. meninas de 11 anos brincavam de boneca, e não saíam pra ‘pegar geral’. plutão era um planeta . festas de 15 anos não eram eventos. ser ‘playsson’ ou ‘pitboy’ não fazia diferença. a intenção num show era ver o show e não brigar. tênis de luzinha era essencial . ICQ era o meio de comunicação. pessoas realmente se conheciam e não apenas pela internet. fotos eram tiradas para recordarem um momento, e não para servir de book no orkut. diesel era combustível. merthiolate ardia. bonde era meio de transporte e bala era juquinha e 7 bello, e não perdida ou droga.

Nem estou falando só das brincadeiras, músicas, jogos, doces, programas, etc., mas também do comportamento das pessoas. Nesta postagem tentarei me focar mais nas relações.

A forma de se relacionar e conviver mudou muito. Pra quem já tinha uns 18 anos lá por volta dos anos 90 (como meu irmão), não sentiu tanta diferença, mas quem é da Geração Y (os que tem 20 e poucos anos atualmente) e cresceu no meio dessa “revolução”, viveu um pouco dos dois lados, talvez por isso eu sinta tanto.

Nasci e moro até hoje na Zona Norte do Rio de Janeiro, não moro em uma “comunidade carente”, mas passei toda minha infância brincando pelas ruas do meu bairro. Naquele tempo quase ninguém tinha computador (nem se comentava em internet), nem de celular se comentava. Ninguém se isolava do mundo, o que se preservava era o relacionamento entre as pessoas.

Todos os dias à tardinha (e nos finais de semana logo de manhã cedo), todos iam para a rua brincar ou conversar. Ninguém queria ficar de forma alguma dentro de casa, mesmo se tivesse algo para fazer. Todo mundo conhecia todo mundo, quase ninguém era brigado com ninguém, no máximo pequenos desentendimentos que passavam com o tempo. Por mais que já tivessemos video-games, jogos e várias outras coisas, nada tinha graça senão estivesse compartilhando com um grupo de pessoas. Todos tinham essa vontade de todos os dias se encontrar com os outros.

As ruas aqui no bairro eram lotadas de crianças e adolescentes, qualquer hora do dia tinham vários por aqui. Cada época do ano se brincava de alguma coisa, época de bola de gude, pião, skate, patins, pipa, figurinhas, tazos e várias outras coisas. Fora as clássicas brincadeiras, como: pique-pega, pique-esconde, etc. A primeira coisa que se fazia quando não tinha nada para fazer era ir para a rua procurar por algum conhecido; e não entrar na internet.

Na época de pipas você olhava pro céu e não conseguia contar quantas pipas tinham, eram literalmente centenas. Jogando futebol aqui (na rua mesmo), tinham dias que ficavam umas 50 pessoas (de fora do jogo) na calçada esperando a partida acabar pra trocar o time e jogar; era só 1 aparecer com uma bola que “do nada” apareciam dezenas de pessoas. Na época de figurinhas, quando lançava algum álbum de um desenho famoso (como Cavalheiros do Zodíaco), ninguém nem perguntava se você colecionava, já perguntavam logo “quer trocar?”, por que já tinham certeza que você colecionava antes de perguntar. Eu citei mais coisas que são teoricamente de “meninos”, mas da mesma forma, também ficavam várias meninas brincando e conversando por aqui.

O tempo foi passando, os computadores foram ficando mais comuns, depois a internet, depois os celulares. Cada vez menos as pessoas iam para as ruas, faziam menos amigos, foram deixando de falar com quem não tinham muito contato; foram se isolando do “mundo lá fora”.

Olhando nas ruas atualmente, a cada ano que passa você vê menos crianças e adolescentes fazendo alguma coisa fora de casa.

Para melhor representar o que eu sinto, falarei um pouco do meu irmão (que tem 35 anos). Nessa época que estava falando ali em cima, ele já tinha mais de 18 anos. Não tinha internet, nem celular. O telefone aqui em casa tocava várias vezes por dia. Amigos dele ligando, ele ligando para os amigos, conversando sobre a vida, coisas que fez no dia, se importando realmente com as coisas uns dos outros. Você conhecia alguém e dava o telefone da sua casa, e a pessoa realmente ligava pra você e queria fazer amizade contigo. Não era esse papinho de “me adiciona no Orkut” e depois nunca mais se falavam. Até aquele papo atual de dar o telefone pra uma garota na balada e não ligarem, antigamente era super normal telefonar, e até ficarem amigos.

Pensando agora, minha mãe faz muito isso de telefonar para as amigas até hoje. Ela fica horas no telefone todos os dias. Sempre fala algo do tipo: “Ih! Tem muito tempo que não falo com Fulana, vou ligar pra ela para saber como vão as coisas”; e acaba sempre marcando algo para rever a amiga. Admiro muito minha mãe pela forma como ela cultiva suas amizades.

Voltando ao meu irmão. Antigamente eram poucas academias, e tinha uma aqui perto a qual era meio que o “point jovem” daquele tempo. Estava começando essa moda de querer malhar e tals. Meu irmão e quase todos os amigos e amigas dele malhavam lá. Quase todo mundo daquela academia se conhecia. E todo mundo que era novo logo se inturmava e ficava amigão de todos. Lá tinha um pátio bem grande com uma lanchonete, tipo uma varanda no segundo andar, sempre no final da tarde, todos os dias da semana, quem ia malhar parava lá e ficava conversando até a academia fechar. As pessoas realmente se importavam com esse contato pessoal, com amizades verdadeiras. Infelizmente eu era criança nessa época, não “vivi” essa fase, e essa academia nem existe mais.

Agora comparem com hoje em dia. Quase ninguém mais da valor ao contato entre as pessoas. Parece que se prendem em um círculo de amizade e não deixam ninguém entrar ou sair dele. Você tenta ser legal com alguém, querer saber da pessoa, tentar se aproximar, se importar com alguém, mas parece que cada vez mais as pessoas dificultam a sua aproximação. Acham que não precisam de mais amizades.

Eu tento prezar o mínimo relacionamento que tiver criado com alguém. Se eu me identifico com alguma pessoa, vou tentar ao máximo me aproximar e um dia quem sabe virar amigo. Todo mundo fica se isolando. Não querem mais fazer amizades. Vivem praticamente dentro de uma bolha.

Vou citar um exemplo que aconteceu comigo outro dia. Combinei de ir com uma amiga e os amigos dela em uma boate. O normal seria as pessoas tentarem me inturmar, porque eu só conhecia ela. Mas por mais que eu tentava imendar alguma coisa para entrar no assunto, tentava puxar alguma conversa, falava uma coisa ou outra sempre que dava, não consegui me aproximar de ninguém. E em nenhuma hora eles falaram NADA diretamente pra mim. Eles só interagiam entre si, e com mais ninguém da boate. A impressão que eu tinha era que esses amigos estavam dentro de uma bolha, aonde niguém podia entrar.

Hoje em dia é tudo muito banal como: “me passa seu msn que depois a gente se fala”, “me adiciona no Orkut”, “te procuro lá no orkut dele depois”. Boa parte disso não leva a nada. Eu acho os programas de mensagens instantâneas (como o MSN) e as redes sociais (como o Orkut) muito úteis para algumas coisas, mas em geral só atrapalham nosso relacionamento com as pessoas. Sei que muitos não vão concordar comigo, mas acreditem, eu também achava que eles eram a solução pra tudo até uns anos atrás. Mas com o tempo vi que no fundo atrapalham muito.

A internet e o celular dão a falsa impressão que as pessoas estão mais próximas uma das outras. Pelo contrário, cada vez se distanciam mais.

Eu não vou me render e continuarei me importando com o bom relacionamento entre as pessoas.

Espero que não seja o único.

Comerciais bizarros no Japão

Publicado por: Luís Holy em: maio 23, 2010

Estou há algum tempo para fazer uma postagem sobre isso. Desdo começo do Youtube foram aparecendo vídeos de filmes, seriados e programas bizarros que passam no Japão. Nem preciso citar exemplos aqui. O mais bizarro é ver os comercias que passam na televisão de lá. É cada coisa mais maluca que a outra, alguns não fazem sentido. Chegam a ser muito engraçados de tão bizarros hahah. Neste canal do Youtube, “WTF Japan Seriously!?” têm vários comerciais e virais que passam no Japão. Um mais estranho que o outro.

Queria trabalhar com isso lá. Criatividade e bizarrices sem limites :P .

Alguns exemplos:

18 Cadeiras com design bem criativo

Publicado por: Luís Holy em: maio 12, 2010

Tenho percebido que a postagem “Design de Produtos” tem gerado muitas visitas, então farei mais algumas postagens sobre o tema, começando por cadeiras e poltronas super criativas. Tentei pegar cadeiras que além de terem um belo design, ainda possuem mais de uma utilidade (ou praticidade).

Clique nas imagens para vê-las em tamanho real.

Luís Holy

Sobre Luís Holy

Luís Fernando Baptista de Sant'Anna tem 21 anos e mora no Rio de Janeiro. Esta cursando Marketing na faculdade, e é fluente em inglês e espanhol. Também pretende dominar a língua chinesa (mandarim) e futuramente outras.

É apaixonado por tudo relacionado a Marketing e Design. Por ser um jovem da Geração Y, tem um grande espírito empreendedor.

Possui um bom conhecimento e muita vontade de aprender tudo voltado ao Design, seja de manipulação ou criação de imagens e vídeos, à Web Design.

Assim como ama Marketing e tudo que o envolve. Principalmente o Marketing Digital nas Mídias Sociais e suas maravilhosas idéias inovadoras.

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